IMG_4607
IMG_4603
IMG_4600
IMG_4596
IMG_4574
IMG_4571

Clique aqui para ver toda a minha coleção de fotos tiradas na Nova Zelândia

Archive for August, 2008

Sumiço

Sunday, August 31st, 2008

Dei uma sumida mas nada substancial. Ocupado com uns trabalinhos e dando umas voltas pela cidade. Tenho que vir falar de emprego, Molly Malones e Golden Fruit.

Por enquanto a briga é com o inglês, que dá seu jeito mas trava o cérebro pra entender. Uma hora sai. :)

Coisa polinésia/sei lá o que com refri poderoso

Tuesday, August 26th, 2008

Hester Guy Kumara and Date Salad with Frank Sparkling Ruby Red GrapefruitDando sequência à idéia de comer uma coisa estranha por dia vou eu para a minha segunda experiência definida. Ontem fomos Daphne e eu para o supermercado comprar umas bendenga e acabei indo procurar a comida estranha do dia. A comida veio da prateleira de coisas prontas a se comprar no quilo. A bebida, da prateleira de bebidas não alcólicas. O resultado é esse do lado. Hester Guy Kumara and Date Salad pra comer e Frank Sparkling Ruby Red Grapefruit para se beber.

As primeiras impressões não foram boas. A comida tem cara estranha, nenhum apelo visual e pedaços mal definidos de legumes. A bebida uma cor ensossa. Mas fomos que fomos.

O cheiro da comida enjôou a Daphne. É forte, apimentado e parece uma Hester guy is not good...mistura de lentilha com abóbora. O gosto, nada bom. É cremosa mas não tem um gosto atrativo. Uns requintes de pimenta estranhos um gosto de batata doce idem, além de umas variações de tempero bem desagradáveis. Sendo assim a Kumara (batata típica das ilhas do pacífico) misturada à Date Salad (ao que tudo indica, salada de Tâmara) não foi uma boa opção e figura na categoria “Muito boa desde quando servida num restaurante a 500km de mim”. Concluo que ela tenha origem polinésia dado à combinação de ingredientes.

Frank saves the day.Já a Frank salvou parcialmente o dia. A princípio a bebida é azeda e gerou a alegria da galera por aqui. Daphne tirou a foto logo após o primeiro gole. É uma mistura de Fanta Maçã com água tônica. Daí ela fica azeda. E tem esse modo “Sparkling” que é estranho. É uma coisa que faz com que a bebida fique borbulhando na boca e isso não é legal a princípio. Depois você se acostuma e fica legal. Como a Daphne bem definiu, fica na categoria “Se não tiver nada melhor eu bebo”.

Hoje foi frustrante. Vamos ver o que o futuro nos reserva. :)

Sugestões?

Salvando a Natureza

Monday, August 25th, 2008

O pessoal por aqui é extremamente consciente quando o assunto é meio ambiente. Carros não rodam se uma garantia de que não agridem o meio ambiente, e essa revisão é feita anualmente para carros com menos de 6 anos de vida e semestrealmente para aqueles que tem mais. Todos os restaurantes possuem opções vegetarianas porque por aqui eles são muitos.

Isso tudo é pra preservar o que eles tem de mais fodona que são suas belezas naturais. Além de tudo, aqui é área de risco com o buraco na camada de ozônio e todas as previsões do tempo se preocupam em mostrar isso.

Um dos sites mais bacanas por aqui é o NZ Wood. O site dá um monte de informação bacana sobre a madeira e mostra a importância dela no contexto kiwi e global. O layout e a usabilidade são fodonas e vale a pena dar uma conferida pra se antenar na brincadeira.

Eles adoram e fazem quase tudo pela internet aqui. Vou postando o que aparecer de legal sempre que lembrar. :)

Frango de tempero doce com batatas ao molho de manga

Sunday, August 24th, 2008

Ontem, na mesa de almoço, resolvi que vou comer uma coisa “estranha” por dia. Isso inclui prato principal, bebida e sobremesa. Não necessariamente os três, mas sempre no mínimo um.

Definindo “estranha”: coisas difícies de se achar no Brasil ou inexistentes. Muitas coisas são possíveis de se fazer com o que existe no Brasil. Todavia a intenção é comer aquilo que é difícil de se ver e que nunca encontrei por lá.

Não disse ainda, mas aqui tem restaurante de tudo quanté comida típica - indiana, portuguesa, mexicana, italiana, turca, árabe e norte-americana (as redes fast-food norte-americanas têm presença pesada aqui) – menos de comida típica brasileira. E neo-zeolandesa. Isso mesmo. Eles não tem um restaurante de comida típica deles mesmos. A herança fica por conta da Europa.

Ontem no restaurante, pedi Sweet Chicken with Mango Potatoes. O prato é feito de tenderloins - a minha ignorânica não sabia o que era isso e fui explicado que é a parte nobre do peito do frango – passados no ovo com um creme doce, feito de não sei o quê, por cima. Embaixo deles consideráveis batatas embebidas no molho de manga. A experiência foi interessante e me saciou no quesito fome, mas faltou o tempero. Aliás, as pessoas por aqui não usam muito esse tal de tempero. A não ser os indianos com o curry. De um modo geral o prato foi satisfatório e ficou na categoria “Já comi e era bacaninha”. Os muffins e a batata-frita do KFC estão anos-luz à frente e figuram na categoria do “Wow! Incrível!”

Pra acompanhar mandei uma bela garrafa de Raspberry Soda, a da fotinha aqui em cima. Raspberry é um termo genérico pra framboesa, que ainda não entendi muito bem como funciona. A paradinha foi aprovada com louvor e entrou no hall de refrigerantes muito bacanas, que até hoje possuia Coca-cola, Fanta, Seven Up, Guarapan e Baré como representantes vitalícios.

Semana passada fui apresentado ao Kebab, em dois lugares por aqui, um turco e o outro cubano (é, eu também estranhei). Kebab é um sanduíche bacanudo feita com Kafta, pão árabe e salada. Tudo bem comum no Brasil, mas não da forma que vi por aqui. Fora isso são as comidas japonesas. Na minha opinião bem melhores que as do Brasil, de preço comparável mas de tamanho bem superior. E é fast-food. Todo lugar tem uma banquinha vendendo quilos e quilos.

Tô com uma paradinha nova aqui bacana pra experimentar. Comprei uma porção 200g porque a cara não é muito boa e um refri de cara tão-estranha-quanto. Vou ver de qualé e venho contar pra vocês. :)

Snowboard!

Monday, August 18th, 2008

Domingo retrasado, dia 10, fomos até Turoa. Turoa é uma estação de ski que fica a 3 horas de Wellington. Eu fui na cara, coragem e nenhuma experiência.

Num primeiro momento eu não gostei da experiência. Não me diverti muito e me machuquei. Mas sei que 90% disso aconteceu porque eu não sabia andar direito no snowboard. Pretendo voltar e tentar mais vezes pra ver como vai ser.

Daphne e Guilherme demonstram bastante destreza com os skis, enquanto Felipe e Camilo me davam esperança e várias dicas no snowboard. Acho que numa próxima oportunidade pego umas aulas e mando brasa.

Paralelo a isso, a paisagem é foda, tanto na montanha quanto do caminho. Veja fotos clicando aqui.

Aqui embaixo alguns videozinhos com o absoluto propósito de entretenimento. :P

A primeira tentativa onde eu, sem luva, caio duas vezes até gritar por socorro.

A segunda tentativa onde eu, já com luva, caio duas vezes e atropelo alguém.

Aqui, já no meio da descida, sou ajudado pelo Camilo e pelo Felipe, que deram dicas cruciais pra que eu começasse a desenvolver alguma habilidade raza.

Jardim Botânico de Wellington

Friday, August 15th, 2008

Ontem Daphne e Eu fomos ao Jardim Botânico de Wellington. Lugar lindo, devo dizer.

Apesar de estarmos no inverno e muita coisa ainda não estar florida é impressionante a belezura do parque. Todo arrumadinho, limpinho e organizado. Uma versão bombada e completamente recauchutada de um Parque das Mangabeiras em Belo Horizonte – sim, a comparação é ruim, mas é o melhor que consigo aproximar.

Apesar de existirem várias formas de se chegar ao jardim, a nossa subida foi via Cable Car, um trem que sobe e desce o morro do centro até o Jardim Botânico movido por um cabo de aço, preso lá em cima. O Jardim Botânico é gigante e oferece toda a informação pra que você pegue as trilhas temáticas. O total de lixo que vimos consistia em duas sacolas plásticas, nas 4 horas de caminhadas que fizemos. Fora o parquinho das crianças que é foda e todo emborrachado, ao contrário dos tanques de areia costumeiros.

O resultado da caminhada foi de 300 fotos cujas as 70 melhores podem ser conferidas clicando aqui.

Wellington

Wednesday, August 13th, 2008

A cidade que me acolhe caiu fora das minhas expectativas. Eu esperava um cidade desértica e semi-rural. Mas não.

Até agora Wellington me parece uma cidade extremamente agradável e acolhedora. A maioria dos atendimentos foi tranquila e o kiwi possui um humor agradável. Um bom parâmetro pra isso são as publicidades, que sempre são cheias de piadinhas.

Algumas coisas são absurdas. Ano passado morreram 4 pedestres atropelados no trânsito. A campanha de conscientização da população é de dar inveja em qualquer político no Brasil. Em vários ônibus existem mensagens de alerta e também existem corpos pintados nas faixas de pedestres (aqueles circulados, de giz, igual do filmes policiais). O sistema de aviso para travessia apita pra facilitar os deficientes visuais e os motoristas sempre dão preferência para o pedestre.

Outra coisa é o tráfego de ciclistas, não os de moto, os de bicicleta mesmo. Capacete é obrigatório e eles andam na rua, como um carro comum, sinalizam com a mão as conversões e são respeitados como um carro comum.

Como Daphne disse bem, a cidade é clara te dá uma sensação de conforto muito boa. Você não se sente tampado nem claustrofóbico, o que se mantém pela noite.

As áreas perifíericas lembram típicas cidades country americanas enquanto o hipercentro lembra uma grande cidade como São Paulo, mas só de cara, não espírito. Prédios bonitos e altos e grande movimento de pessoas. Por grande movimento de pessoas entende-de um fluxo de calçada num bairro igual ao Buritis, às 15h da tarde. É o máximo de gente que você encontrará andando pela rua com maior densidade demográfica da Nova Zelândia, a Lambton Quay.

O que ainda não me acostumei são os lados de circulação. Na calçada as pessoas andam invertido do Brasil. A grande maioria das escadas rolantes são invertidas também, mas não todas. Pra finalizar, algumas roscas das tampas dos potes também mas não todas. E a regra principal talvez seja olhe para os dois lados sempre antes de atrevessar a rua.

O inglês vai bem obrigado. O foda ainda é o sotaque. “Upstairs” vira “Upsteirs” e “Test” vira “Tist”. Mas até agora já fui no médico com Daphne, comprei câmera e bati papo com uma mocinha da Red Cross direitinho. Fui entendido e entendi relativamente bem.

Até o momento Wellington é um mini-sonho fora do Brasil. Agora é ter mais contatos com os kiwis e ver como eles são de fato.

Mão Inglesa

Saturday, August 9th, 2008

Hoje, pela primeira vez, dirigi pelas bandas de cá. A parada é tensa mas, todavia, é divertida.

As conversões à esquerda te jogam na pista da esquerda, o que o seu cérebro não está acostumado. O mesmo vale pra o outro lado. Além disso, manter o carro centralizado na pista é uma coisa muito estranha, uma vez que sua referência é sempre ficar perto da linha do seu lado esquerdo.

O carro automático é fácil de acostumar, mas mesmo assim a coisa é tensa porque o espaço de respiro pro pé esquerdo e pequeno e, se o costume da embreagem vacilar, ele vai no freio sem dó e o estrago pode ser grande.

A principal lição até agora é atravessar a rua olhando SEMPRE pros dois lados. Quase fui atropelado ontem tirando foto. E o Guilherme me deu um grito outro dia porque, apesar de eu afirmar que não, ele achou que ia atravessar a rua sem olhar. Acho que ele tá certo. :)

Vamos ver o que a experiência nos diz. Agora é acostumar com a seta do lado invertido, com os carros passando à minha direita e em cair do lado certo da rua na hora de virar. Quero ver depois que eu voltar pro Brasil como vai ser. :P

New World

Saturday, August 9th, 2008

Em Wellington a vendinha da esquina é conhecida como New World, é bombada, vende de tudo igual a um Carrefour e tá espalhada por toda a cidade. A diferença é a luz clara, a limpeza absurda e a educação dos funcionários.

Anteontem à tarde fomos eu e Daphne comprar algumas coisitas por lá. O resultado foi um monte de foto de um monte de coisa que, na terra brasilis, eu só via em tamanho P. As paradas aqui são GG. Entre outras curiosidades lá tem o biscoito do Shrek além da sensacional e incrível idéia de colocar na prateleira os preços com um relógio digital. Ninguém precisa de repositor pra trocar plaquinha. Mudou no sistema a prateleira já tá igualzinha ao caixa.

¡Chile!

Friday, August 8th, 2008

Eis el Chile! O lugar onde eu mais falei portunhol no mundo até hoje. E nos viramos direitinho. :)

Apesar de tudo Santiago ficou abaixo das expecativas e merece uma vistia planejada.