IMG_4607
IMG_4603
IMG_4600
IMG_4596
IMG_4574
IMG_4571

Clique aqui para ver toda a minha coleção de fotos tiradas na Nova Zelândia

Archive for August, 2008

Starbucks

Friday, August 8th, 2008

Eu tomei um café maravilhoso por lá ontem. E já fui informado por meus anfitriões que existem lugares muito mais legais, mas a Starbucks tem um lugar no meu coração.

Acho que é porque nunca teve em Belo Horizonte. Ou porque falavam muito na minha cabeça. Mas eu me sinto à vontade por lá. E objetivo é conhecer as outras. :)

Andes

Thursday, August 7th, 2008

Como prometido, aí vão algumas fotos e o vídeo da travessia dos Andes. Os Andes são, sem dúvida, a paisagem mais bonita que pude ver até agora na minha existência. Com certeza eu explorando a Nova Zelândia mato isso. Mas a magnitude dos Andes é impressionante e maravilhosa.




Quer pizza?

Thursday, August 7th, 2008

Hell\'s PizzaEntão vá pro inferno! :)

As sacadas de hell.co.nz e o número 0800 666 111 são fodas, e a pizza é espetacular. Montado do seu jeito e de massa maravilhosa.

Cheguei. :)

Wednesday, August 6th, 2008

Após 41 horas de viagem, entre aeroportos e longas esperas de aeroporto enfim chegamos. Cansados, obviamente. Mas chegamos. Vamos no passo a passo pra coisa render mais.

Saída

Saindo de Belo Horizonte às 6h30 da manhã chegamos em São Paulo às 7h. As malas sairam seladinhas com GRU-SCL-AKL, o que nos tranquilizou bastante. A despedida da família e dos amigos é dura e dói o coração. E com esse sentimento embarcamos.

Guarulhos

Em Guarulhos a gente imigrou pro Brasil. Sério. O vôo da Tam pego seguia pra Buenos Aires, então a gente entrou no Aeroporto pela parte internacional e tivemos que imigrar. O pó da super-organização brasileira foi que caímos na área alfandegária do Aeroporto e tinhamos que pegar uma fila com quase 500 pessoas chegando dos Estados Unidos / Europa e com 180 kilos de mala cada uma. Tentamos de todo jeito informar aos queridos que não tínhamos nada que estar ali e precisavamos pegar um vôo pro Chile em 1h. Pipocamos pra todo lugar até sermos informados por um fiscal que passar por baixo da fila era a melhor solução. Assim foi feito. O fiscal lá da frente nem quis ver nossa cara e saímos. No saguão fiz check-in na LanChile ganhei uma Jaca e embarquei feliz.

Indo pro Chile

As aeromoças da LanChile são uma anti-simpatia em pessoa. O tempo inteiro você sente que está as incomodando. Apesar de tudo o avião é bonitinho e a comida gostosa. Em 4 horas pousaríamos em Santiago. Vale observar que comunicação não verbal não é tão universal quanto se pode pensar. Ao ser perguntando se queria mais café estava de boca cheia e respondi “Tô bem, obrigado.” usando as mãos. Ela entendeu “Até a tampa, por favor.”

O ponto alto é o sobrevôo nos Andes. Prometemos fotos e vídeos em breve. É uma paisagem que
detona toda e qualquer tentativa de continuar afirmando que as paisagens de Minas Gerais são as mais bonitas do mundo. Sinto muito terra natal mas os Andes são fenomenais.

O que é importante observar é que Santiago é perto dos Andes. O procedimento de descida começa no meio da travessia da cadeia de montanhas. Eu fiquei temeroso por 10 segundos, mas passou e, logo depois, o vôo segue paralelo à cadeia de montanhas, o que dá uma vista espetacular.

Santiago del Chile

Desembarcando fomos informados que pagaríamos US$30 cada um para reembarcar caso saíssemos do Aeroporto. Como nossas malas estavam sendo despachadas direitinho e tínhamos felizes 10h à nossa disposição consideramos uma boa oportunidade para conhecer a capital chilena. Trocamos R$150 por $36.750 (no Chile, a moeda é o Peso) e nos sentimos instantaneamente ricos. Ilusão. O táxi do aeroporto pra cidade no custou $14.000 a ida e isso, de novo, na volta. Os preços em Santiago, quando convertidos, são comparáveis aos do Brasil. Mas a sensação é de estar gastando muito dinheiro.

Santiago, infelizmente, não correspondeu ao que esperávamos. Vimos uma cidade bem velha e suja, com muita gente pobre. Andamos um bucado pelo centro da cidade mas não nos aprofundamos em nada. Talvez com um melhor planejamento e mais tempo as coisas seriam melhores. Mas fomos desencantados.

Saímos do Chile feras no Portunhol. Nós viramos excelemente bem, o que deve ter assustado a todos uma vez que eu estava com uma blusa do “Inca Cola, la bebida del Perú”, o que me daria um amigo aqui em Auckland. O impressionante é que, ao tentar falar espanhol, o cérebro quer falar inglês. Parece que a chavinha “língua estrangeira” liga e tudo mistura. O inglês quer sair e você tem que forçar pra não falar.

No embarque acabou que não pagamos a taxa. Embarcamos, jantamos e fomos pro vôo.

Ponto alto: No restaurante Marco Polo, na Plaza de Armas, no hiper-centro de Santiago dá-se o seguinte diálogo com o garçom:

- Una Coca, por favor.
- Coca, lá bebida?

Mais tarde fui informado por uns brazucas no vôo pra Auckland que eles chamam Coca-Cola só de Cola. Ou de Coca-Cóla, com ênfase no Cola. Tsc tsc.

Transpacificando

Saímos do Chile 23h. Puta avião da LanChile, cheio de australianos, chilenos e brazucas. O avião foi por mim carinhosamente alcunhado de “A terra onde o tempo não passa”. Não adianta o quanto você durma, tente ler ou andar pelo avião. Sempre terá passado somente meia hora de viagem após a decolagem. Apesar de o avião ser confortável e ter um bom sistema de entretenimento individual a minha tela travou no meio da viagem e o meu fone, desde a decolagem, só funcionava em um dos lados. Adorável! Mas tudo foi tranquilo e no tempo.

Auckland

Em Auckland a emoção começou. Desembarque e posterior imigração. A imigração parou somente brazucas. Daphne passou direto com a residência mas ficou pra me acompanhar. Eu e mais uns 6 brasileiros que estavam indo pra estudar ou passear pararam e foram chamados pra salinha. A imigração da Nova Zelândia é um dos lugares mais bonitos que já vi na vida. Uma sala gigante com uma decoração maravilhosa.

O primeiro fiscal era um típico Maori. Me atendeu sem questão de muita simpatia e chamou a moça lá dentro pra pegar meu passaporte. Me mandou sentar. Esperei uns 10 minutos até que uma simpática senhora, também Maori, me chamasse pra conversar. Ela fez perguntas de forma forte e ficou vendo minhas reações. Apesar de um pouco nervoso fiquei tranquilo, respondi tudo que ela queria e entreguei toda a documentação necessária. Ela pediu pra chamar a Daphne pra ver se ela era residente mesmo e deu tudo certo. Visto de turista de 3 meses. Saímos e fomos pra bagagem.

O aeroporto de Auckland é bem grande e ficamos meio perdidos pelas esteiras. Optamos por nos dividir. Enquanto Daphne estava cobrindo um setor eu estava cobrindo outro. Foi aí que fui parado:

- Where did you get this T-Shirt? (Apontando pra blusa do Inca Cola)
- A friend went to Peru and bought it to me.
- That’s nice! I’m from Peru.
- Really? I’m from Brazil!
- Brasil? Muy bueno! Moras aqui?
- No. Just visiting.
- Do you live in Auckland?
- No. Estoy indo para Wellington.
- Ben venido! My nombre és Esteban. Visita-me en Auckland.
- Sure! I will!
- Good bye! See you!

Nisso ele saiu andando, não me deu nenhum contato. Peruanos…

Pegamos a mala (que chegaram lindas e fechadinhas apesar de todo o medo precedente com a Aerolíneas Argentinas) e fomos pra fila que verifica se a gente não tá trazendo comida, couro ou outras coisas que podem ter algum tipo de praga pro país. Como a gente tava traficando chocolate até tivemos que passar, mas fomos liberados pelo fiscal que não achou isso perigoso. :P

Saímos do terminal internacional e fizemos check-in no vôo doméstico. Os Kiwis no caminho todos são muito gentis e sorridentes. Alguns são tão fofos que dá vontade abraçar. Hehehe. A etnia Maori é fortemente presente no país e o inglês de todos os neozeloandeses tem pontos difícilimos, mas dá pra se virar. Ao contrário do Australiano que conhecemos tomando café no aeroporto, de sotaque impossível.

O vôo

Embarcamos às 9h da manhã, horário local. :P O Avião da Air New Zealand, apesar de comparável, bate nos locais brasileiros de mil. Fora as aeromoças sorridentes e lindas. Comemos umas coisas diferentes mas que após o costume ficam boas.

Do avião dá pra ver a Ilha Norte inteira. A paisagem é impressionante. Não deu pra tirar fotos do avião, mas não faltarão oportunidades.

Finally Wellington!

Lambton Quay Lambton Quay

Fizemos uma hora no aeroporto pra esperar o Guilherme mas ele comunicou um possível atraso e estávamos muito cansados, então resolvemos vir pra casa sem ele.

Wellington é uma cidade MUITO bonitnha. Estilo europeu nos bairros mas com arquitetura bem moderna no grande centro, onde estamos instalados. A foto ao lado tirei na Lambton Quay, a principal avenida comercial de Wellington. Os Kiwis são realmente bacanas e educados. O trânsito dá nó na cabeça, mas é extremamente organizado. Mão inglesa é uma coisa estranha. Mas a educação é exemplar e pedestre tem uma preferência absurda no trânsito em todo lugar. A primeira impressão é apaixonante e empolgante. Tô louco pra comprar uma câmera pra sair batendo foto em todo lugar.

Agora é sair pra viver. Esse post ficou grande devido à quantidade de coisa pra montar. Mas tentarei postar tudo com frequência. Assim que Daphne descarregar as fotos e os vídeos de viagem, publico aqui. :)

Tá afim?

Friday, August 1st, 2008

Agora que tá quase na hora, o importante é fazer vontade. Se divirtam. :)

E aí? Tá afim? :P