Cathedral Cove Beach #1
Walking at the beach
Cathedral Cove Beach #2
Just another sunset...
Te Pohutu Spitting like hell!
Te Pohuto waking...

Clique aqui para ver toda a minha coleção de fotos tiradas na Nova Zelândia

Archive for the ‘Conta tuuuudddooo!’ Category

So pra dar noticia

Wednesday, December 24th, 2008

- Postando do trampo novo, sem acentos, porque o teclado e ingles e no Mac. Extremamente feliz com o trabalho e com a empresa. Galera super bacana e aquele gostinho de que vou aprender um bucado e poder fazer um monte de coisa foda. Vamo que vamo!

- Natal vai ser bacana e com o gostinho de familia. Daphne e Guilherme vao receber Chico, Nara, Rodrigo e Monica para uma ceia de dar inveja. Eu ja sou hospede permanente e estarei la tambem com meu ultra-presente-surpresa para o amigo oculto que vai rolar tambem de surpresa. :)

- Falando em hospede permanente eu consegui um flat aqui no centro, a mais ou menos 18 passos do trabalho. Uma casa bacana que dividirei com 5 kiwis dos mais variados tamanhos e tipso. Nesses ultimos 5 meses Daphne e Guilherme foram anjos mas, por palavras do Guigui “desmamei” e tenho que achar meu cantinho e dar folga pra eles. Valeu queridoes. :)

- Os exames medicos que citei no ultimo post eram pra imigracao (nao! eu nao estou doente!) e agora ta tudo certinho. :)

- Pro ano novo eu planejei primeiro ir pra Samoa no dia primeiro de janeiro, chegar la em 31 de dezembro e ter o segundo reveillon. Me atrapalhei, deixei pra muito tarde e a passagem dobrou de preco. Virei meus olhos pra Sidney. A imigracao Australiana exige que o visto seja aplicado na embaixada com antecedencia, antes da saida do pais de origem. Processo de uma semana. Resolvi em cima da hora e com as festas do fim de ano chegando fiquei com medo de dar errado. Resultado: As duas semanas de folga do fim de ano vao me render uma volta gigantesca na ilha norte e passar o reveillon em Auckland. :) To de volta dia 4 com muita historia pra contar, espero.

- A Nova Zelandia tem o primeiro nascer do sol do mundo (isso em Gisborne, onde eu vou passar na minha viagem) e provavelmente nao o primeiro Natal (uma vez que o marco zero deste esta no oriente medio). Ano que vem vou tentar ser mais frequente por aqui! Espero a todos um ano fabuloso e que em 2009 a sua vida seja linda como o pais que me acolhe agora. :)

Viagem pela Ilha Sul

Friday, October 24th, 2008

Eu demorei três semanas pra postar sobre a minha viagem e eu não sei o porquê. Acho que tava digerindo, ou sei lá. Sem dúvida foi um dos melhores investimentos desde a minha chegada à Nova Zelândia. Valeu cada momento e até as raivas passadas. Mesmo. :) Não assuste com superlativos e elogios exagerados, por favor.

Se você é fominha e não aguenta mais esperar pra ver as fotos, clique aqui. Eu vou linkar de novo no fim do post.

Segunda, dia 29 de setembro, saí de Wellington sozinho e com mochila nas costas, com o plano de estar em Dunedin na segunda seguinte, dia 6 de outubro. Alguns pontos planejados na cabeça mas a grande maioria do percurso foi definido duas horas antes de sair da onde estava. O trajeto final pode ser conferido clicando aqui.

Segunda eu saí aqui de Wellington cedinho e peguei o Ferry que iria pra Picton. A idéia do dia era desaguar em Picton, pegar um trem e ir até Christchurch. A viagem do Ferry num dia de sol é sensacional. Peguei um pouco de vento, o que impossibilita as melhores vistas do deck superior, mas mesmo assim a brincadeira já foi bacanuda. O trem, que desce pela costa leste da ilha sul até Christchurch também faz a graça e nos dá belas paisagens da parte central da ilha. No fim da tarde cheguei em Christchurch cansado, mas animado com o começo da viagem.

Christchurch

Christchurch é a segunda maior cidade da Nova Zelândia com 414 mil habitantes, um pouco mais que Wellington. É uma cidade bem antiga com um grande contraste entre pontos históricos e prédios modernos. Meu planejamento era pegar o carro às 10h do dia seguinte pra seguir pra Wanaka. Dei uma volta pela cidade à noite e acordei cedo pra andar mais. Christchurch é uma cidadezinha muito confortável e gostosa, mas às 9h da manhã de terça-feira a cidade não parecia ter acordado e me agoniou ver uma estrutura gigante com tão pouco carro e gente nas ruas. Tem seus pontos positivos, mas a cidade é bem parada para os padrões que estou acostumado. Até mais parada que Wellington, que dá mais opções a qualquer hora do dia. Aliás, cidades fechadas depois da cinco da tarde é uma coisa normal na ilha sul.

Após a caminhada matinal fui pegar o carro. Um Toyota Corolla apelidado carinhosamente de Corinha pelo caminho. Aliás, viajar sozinho te faz parecer louco. Você dá nome pro carro e se diverte conversando e fazendo raiva no GPS. Saí de Christchurch com farol apontado pra Wanaka. Yupe!

Estrada e Wanaka

Minha terça foi carinhosamente batizado como um dos dias mais felizes da minha  vida. Vi paisagens e passei momentos comigo mesmo que me fizeram me sentir feliz, ridículo e maravilhoso ao mesmo tempo. Música alta, cantoria e cabeça trabalhando do jeito dela. Passei por inúmeras cidadezinhas super bacanas até que trombei com o Tekapo e o Pukaki. Dois lagos que pagariam a viagem por si só. Fiquei sentado olhando pras paisagens maravilhosas dos lagos até perder noção do tempo. Voltei pro carro e segui viagem. E tinha muita coisa pra vir ainda.

Wanaka é uma cidade essencialmente turística, com 4.500 habitantes. A cidade fica na beira do lago Wanaka que também é uma vista absurdamente maravilhosa. Na chegada do fim da tarde sentei na beira do lago e comi um típico Fish & Chips enrolado no jornal. Puta frio mas com uma sensação maravilhosa de comer aquela coisa gordurosa de frente pra aquela vista gordurosamente maravilhosa (nuh!).

À noite planejei que iria passar em Cardrona no dia seguinte e me aportar em Queenstown por dois dias. Sem dúvida a decisão mais equivocada de toda a viagem.

Cardrona e Queenstown

Cardrona não chegar a ser uma cidade e sim uma região de Wanaka. Possui uma  estação de ski famosa (que não pude subir porque carros 2×4 tinha que ter corrente nas rodas pelas condições da estrada) e um hotel bunitinho. Meu almoço foi no jardim do restaurante do hotel, numa mesa de madeira velha, com cheiro de lenha queimada e o solzinho suave pra dar uma esquentada.

No começo da tarde cheguei em Queenstown. Cidade apertada, cheia de carro e gente. Gente falando português, alías. Qualquer semelhança é mera coincidência.

Queenstown é a capital de aventura da Nova Zelândia. É a terra dos empregos temporários. Prato cheio pra quem quer tentar a vida fora do Brasil. Dica? A Nova Zelândia não te dá condição de fazer dinheiro. Tudo é caro e a imigração tem muito pouco trabalho, o que facilita a fiscalização. Se você tá pensando em tentar a vida aqui com emprego temporário e enganando a imigração, vide fronteira do México.

A minha experiência em Queenstown foi pífea. Pra começar na chegada na cidade cismei de conhecer uma ponte histórica que não achei. Fui retornar, me confundi com a marcha automática e fiz uma cagada considerável. Fui ajudado por uma galera e felizmente tudo deu certo no final, sem danos pro Corinha. Não sei porquê cargas d’água cismei que tinha que ficar em Queenstown mais tempo. Já tinha reservado o backpacker pra dois dias e não pude voltar atrás. Sugiro uma passagem pela cidade, subida na gôndola e rume para outra cidade. Se você não quer  pular de bungy ou descer corredeira existem outros lugares que vão te fazer mais felizes. Acabou que passei o segundo dia indo à Glernorchy, Arrowtown e Crownel, o que amenizou a raiva com os brazucas de Queenstown. Vi uns spots do Senhor dos Anéis e um monte de coisa bacana e voltei feliz pelo o dia de amanhã, que apontava Milford Sound! :)

A propósito, umas das maiores raivas de Queenstown foi o povo me chamando de Selton Melo pra todo canto. E uma boa sugestão é não pedir o pão de queijo no Café Brasil. É uma droga. E você é bem mau atendido.

Milford Sound

Saindo cedo de Queenstown e dirigindo cinco horas cheguei a Milford Sound. Meu  post no twitter do dia dizia que, Deus pode ser brasileiro mas ele com certeza mora em Milford Sound. Puta que pariu! Que lugar maravilhoso! Eu realmente não tenho como explicar. Uma paisagem maravilhosa que me deixou sem saber o que sentia ou pensava. Peguei um dia nublado que pelo visto tem um gosto diferente, mas o dias limpos devem ser tão maravilhosos quanto! Vi pinguin, golfinho e foca por lá. E pra minha sorte no barco conheci a Milena que me deu informaçõe especiais de Milford Sound e o Igor. Os dois trabalham em Milford Sound e esse fato esse faria da minha noite uma das coisas mais agradáveis que podia ter.

Igor é mineiro, sotaque difícil por essas bandas, o que me fez ficar à vontade. O casal foi duma simpatia e  receptividade extrema. Me apresentaram os bastidores de Milford Sound e ficamos batendo papo pelo fim da tarde. Até que me deram a idéia de ir até o Haddford Valley, dormir no Murray Gunn’s Camp. Acabou que eles foram comigo e ficamos à noite batendo papo, lambendo carvão mineral (isso só eu que fiz…) e tomando sopa. No dia seguinte saímos às 6h, eles pra trabalhar e eu pra Invercargil, feliz da vida com o dia anterior.

Invercargill e Bluff

Eu cheguei na ponta da Ilha Sul no Sábado. Invercargill é uma cidade pequenininha, antes de Bluff, última cidade antes da Ilha Stewart. Passei o sábado passeando pela cidade e fui até Bluff, pra chegar no ponto mais sul da minha vida. Ponto esse que seria substituido no dia seguinte, no Slope Point. Os ventos nas duas cidades fazem o vento de Wellington parecer brisa.

Southern Scenic Route e Dunedin

No domingo acordei de manhã dei meu último pulo em Bluff pra poder pegar o caminho para Dunedin. O GPS apontou o caminho mais fácil e rápido mas é lógico que eu ia fazer raiva nele. As placas indicavam o caminho pela Sourthern Scenic Route, estrada nem toda asfaltada, mais longa e complicada e isso também significava mais bonita e divertida. E também couro pro Corinha. :P

Pra minha sorte uma rádio da Ilha Sul passa os domingos tocando rock antigo. Led Zeppelin, Deep Purple, Pink Floyd, The Doors e compania limitada. Saí de Bluff às 10h e fui chegar em Dunedin só às 17h da tarde, por um caminho que se feito no jeito GPS dura 3 horas. O meu último dia foi ao som de Rock’n'Roll das antigas, paisagens fodásticas e comida gostosa. Nada podia ser melhor. :)

Dunedin fechou o dia com chave de ouro. Uma cidade com cara de grande mas também com o típico ar de interior que a Nova Zelândia tem. Bati papo com o suíço que tava no meu quarto e fomos dar uma volta pela cidade à noite. Voltamos e conhecemos duas belgas que estavam fazendo o caminho inverso ao meu pela ilha sul. Trocamos as experiências e as recomendações, demos boa noite e cada um foi pro seu canto. No dia seguinte fui dar uma volta na ponta de Dunedin que tem uns Albatrozes e convidei o suiço. Expandi meu vocabulário de Switzerdeutsch e ganhei chocolate suíço, feito e comprado na Suíça, com inscrições em alemão, italiano e françês. Nada de inglês. Nada de importação. Presente pelo passeio. EEBBAA!

Depois disso era Aeroporto de volta pra Wellington.

A volta pra Wellington

A viagem foi bacanuda mas a vontade de chegar em casa e dar uma descansada também era grande. Daphne e Guilherme estavam aqui curiosos (eu não sou do tipo que gosta de dar notícias quando dá a louca de viajar) e eu também estava com saudade deles. Chegar aqui no fim da segunda dividir as experiências e contar o caso pra eles e fazer raiva no Camilo mais tarde por causa dos 4 a 1 que o Grêmio tomou do Inter foi revigorante. :)

Antes do final é lógico que no aeroporto do Cristchurch na escala pra Wellington um casal tinha que gritar do outro lado do salão que eles viram o Selton Melo. Eu liguei o modo filho da puta, fiz que não sabia português e ganhei meu dia e fiz a alegria da minha amiga de vôo. :D

Agora falta a costa Oeste e a Ilha Norte. Em breve. :)

Como prometido, aqui vai o link de novo para as 97 fotos que tirei pelo caminho. :)

Bungy! WOW!

Sunday, October 12th, 2008

Felizão!Foi meu aniversário dia 27 de setembro. A gente saiu rumo à Turoa pra tentar esquiar mas o dia não tava bom e a gente acabou passenado por Ohakune tentando arrumar comida. No fim do dia, após espancar meus caros anfitriões na sinuca, fui presenteado com uma nota de 1 dólar (americano) com os dizeres “Vale um pulo de Bungy! Parabéns!”. Yay! Só alegria.

Eu não sou cagão pra nada, mas deu frio na barriga. Até você ficar na horizontal a única coisa que você pensa é “Fudeu, fudeu, fudeu”, mas é só virar de cabeça pra baixo que a cabeça esvazia e é só alegria. O indicador de adrenalina vai no talo e o grito sai sozinho. Após isso Daphne e Guilherme se juntaram a mim e a gente ainda vez o Flying Fox e se divertiu à valer.

Se você gosta de frio na barriga vai nessa. A parada é segura e a diversão é garantida.

Pra ver as fotos da brincadeira clique aqui. Guilherme fez um vídeo mas ele ficou gigante e vai demorar até subir pro YouTube. Assim que for, coloco aqui.

Sábado de manhã pedalando

Saturday, September 13th, 2008

Após uma semana emocionante de chuva, vento e impossibilidade meterológica de ser feliz hoje fez sol. Peguei a bicicleta às 7h, coloquei o iluminador de bunda na cintura (lê-se plástico fluosforecente/reluzente pra poder ser visto) o capacete e fui passear.

Pra começar a parada 17 km foi muito bacana. Empolguei e tirei várias fotos, que tão aqui embaixo:

Cuidado! Pinguins! Vista do Wellington #3 Poesia Canhão
Arte Maori Vista do Wellington #4 Homenagem Plane/Boat/Seagle
Porto #4 Vista do Mirante Porto #5

O caminho que eu fiz foi esse aqui abaixo:



Ver mapa maior

Tô mortin de cansaço, mas felizão. :)

Steve Smith

Monday, September 1st, 2008

Hoje tive a felicidade de participar do Steve Smith Kit World Clinic Tour, no Capital E  aqui em Wellington. Steve Smith é um dos meus batera referência e fui lá ver o cara de perto. O Workshop foi foda e eu fiquei empolgadão, bateristicamente falando!

Baterista é bicho bobo em todo lugar do mundo. O WoDá-darátipum dapadádapadárkshop de uma hora e meia não rendeu por ficarem presos em perguntas bobas como “o tamanho dos tambores” e “que pratos ele prefere”. Isso é informação que qualquer um busca na internet. Não quis fazer nenhuma pergunta porque não sobrou gancho nenhum que me desse um insight. Pelo que sei, no Brasil acontece o mesmo. Ninguém consegue chamar nada profundo dos caras fodas e se atêm a coisas bobas e descartáveis. Todavia, foi ducaralho. Voltei empolgado pra estudar bateria e re-ouvir minhas músiquinhas que o mundo não compreende.

Tudo bem. Trinta anos de prática é coisa pra caramba. Mas, com o perdão da palavra, PUTAQUEOPARIU. Lindo o que o cara faz. :)

Música música música! Tô freak agora. LALALALA!

Sumiço

Sunday, August 31st, 2008

Dei uma sumida mas nada substancial. Ocupado com uns trabalinhos e dando umas voltas pela cidade. Tenho que vir falar de emprego, Molly Malones e Golden Fruit.

Por enquanto a briga é com o inglês, que dá seu jeito mas trava o cérebro pra entender. Uma hora sai. :)

Mão Inglesa

Saturday, August 9th, 2008

Hoje, pela primeira vez, dirigi pelas bandas de cá. A parada é tensa mas, todavia, é divertida.

As conversões à esquerda te jogam na pista da esquerda, o que o seu cérebro não está acostumado. O mesmo vale pra o outro lado. Além disso, manter o carro centralizado na pista é uma coisa muito estranha, uma vez que sua referência é sempre ficar perto da linha do seu lado esquerdo.

O carro automático é fácil de acostumar, mas mesmo assim a coisa é tensa porque o espaço de respiro pro pé esquerdo e pequeno e, se o costume da embreagem vacilar, ele vai no freio sem dó e o estrago pode ser grande.

A principal lição até agora é atravessar a rua olhando SEMPRE pros dois lados. Quase fui atropelado ontem tirando foto. E o Guilherme me deu um grito outro dia porque, apesar de eu afirmar que não, ele achou que ia atravessar a rua sem olhar. Acho que ele tá certo. :)

Vamos ver o que a experiência nos diz. Agora é acostumar com a seta do lado invertido, com os carros passando à minha direita e em cair do lado certo da rua na hora de virar. Quero ver depois que eu voltar pro Brasil como vai ser. :P

Carta Magna

Sunday, June 22nd, 2008

Aqui no Vomit Bag eu vou tentar retratar um cado das minha experiências poucas de viagem. Como poucos sabem, estou imigrando para a Nova Zelândia. O processo não é chato, mas é sempre bom dividir o que a gente passa com os outros. Aliás, o anarquismo é feito disso.

Já tenho um cadinho de coisa boa pra dividir. Espero manter regularidade com isso aqui pra poder ir passando o que se fizer necessário.